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Notícias da Semana do Anglican Communion News Service - 12 de julho de 2019

Posted on: July 12, 2019 2:14 PM
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Primeira deã de catedral feminina da Uganda assume o posto

A primeira deã feminina da Igreja da Uganda foi empossada na última quarta-feira (10/07) na Catedral de Todos os Santos em Kampala. A Dra. Rebecca Margaret Nyegenye foi ordenada em 1997 na Diocese de Bukedi e atuou como vigária assistente na Igreja de São João em Busia. Dali, se mudou para a Uganda Christian University como assistente de capelão em 2002. Em 2012, ela se tornou capelã da universidade.

A Dra. Nyegenye, cujo pai era clérigo, nasceu e cresceu no distrito de Busia (leste do país). É a segunda filha mais velha de James Efumbi e Janet Efumbi.

Suas paixões, segundo a própria, são o discipulado, cuidado pastoral e aconselhamento, evangelismo, pregação e orientação. Ela também está realizando pesquisas sobre liderança bíblica.

A Dra. Nyegenye decidiu dar a vida a Cristo enquanto assistia ao filme “A Paixão de Cristo”. Ela disse que ver o sofrimento e agonia por que Jesus passou para salvar a humanidade foi o que a levou a dar o passo da fé.

A nova deã formou-se em Teologia em Buwalasi e concluiu seu mestrado em Teologia pela Trinity Episcopal School for Ministry nos EUA. Ela também tem doutorado pela Universidade de KwaZulu-Natal.

Rebecca é casada com Wilson Nyegenye, Coordenador Nacional de Equipamentos e Cadeia de Fornecimento dos Serviços Laboratoriais Nacionais do Ministério da Saúde do país. O casal tem três filhos.

O Primaz da Igreja de Uganda, Arcebispo Stanley Ntagali, ministrou o culto de posse da Dra. Nyegenye e do Capitão David Serunjogi, seu assistente.

Seis bispos texanos lamentam condições “desumanas” na fronteira sul dos EUA

Os bispos das seis dioceses da Igreja Episcopal do Estado do Texas, nos Estados Unidos, publicaram uma carta conjunta condenando a “formulação de políticas baseadas no medo” com relação a imigração. Os bispos afirmam que as pessoas que buscam asilo devem ser tratadas “humanamente”. Em sua carta, os bispos pedem “um sistema humano e justo para o processamento de solicitações de asilo, conforme exigido por lei”. As dioceses dos bispos cobrem quase um terço das 2.000 milhas de fronteira entre os EUA e o México. “Todo o Texas sente o impacto de tudo que acontece na nossa fronteira sul”, eles disseram.

“Sentimos isso por meio de nossas famílias, muitas das quais têm raízes profundas e antigas em terras ao sul dos Estados Unidos. Sentimos isso em nossa economia, já que o México é o maior parceiro comercial do Texas. Sentimos isso em nossa cultura, já que o Texas fazia parte do México antes de fazermos parte dos Estados Unidos. Acima de tudo, sentimos isso em nossas almas, pois estes são nossos vizinhos e nós os amamos”.

Eles dizem: “Conclamamos aos nossos líderes estaduais e nacionais que rejeitem as políticas baseadas no medo que vitimizam pessoas que estão simplesmente buscando segurança e uma chance de viver e trabalhar em paz. A situação na fronteira é, de todos os ângulos, uma crise. Os refugiados vêm em desespero; os oficiais de fronteira estão sob estresse.

“Pedimos a nossos líderes que confiem na bondade, generosidade e força de nossa nação. Deus nos abençoou com grande abundância. Com ela, vem a capacidade e responsabilidade de abençoar os outros”.

A carta é assinada pelos Bispos George Sumner de Dallas; J Scott Mayer, Sam Hulsey e Rayford B High Junior de Fort Worth; J Scott Mayer, do noroeste do Texas; Michael Buerkel Hunn de Rio Grande; Andrew Doyle, Jeff W Fisher e Kathryn M Ryan do Texas; e David Reed e Jennifer Brooke-Davidson do oeste do Texas. O documento contém numerosas menções das Escrituras, incluindo Mateus 18:2-6, sobre o acolhimento de crianças em nome de Jesus, e Levítico 19:33-34, sobre o acolhimento de estrangeiros em sua terra.

“Isso não é uma conclamação a que se abram as fronteiras”, disseram os bispos. “Não estamos dizendo que a imigração não é complicada. Este é um apelo a um sistema humano e justo para o processamento de solicitações de asilo e de refugiados, conforme exigido por lei. Buscar asilo não é ilegal. De fato, as pessoas na nossa fronteira estão seguindo a lei quando se apresentam às autoridades de fronteira”.

Igrejas da Nova Zelândia desafiadas a eliminar uso de plástico em julho

Julho foi designado “mês sem plástico” pela Rede Anglicana de Justiça Social na Nova Zelândia. A rede está incentivando as igrejas a participar do desafio. O desafio do julho sem plástico começou em 2011 como um programa piloto lançado por cinco grupos na Austrália Ocidental. Hoje, a iniciativa se transformou em um movimento mundial de milhões de pessoas, que continua a crescer.

Como parte do desafio “Julho Sem Plástico”, grupos comunitários e organizações sociais eliminam o uso de plástico descartável durante suas atividades comunitárias todo mês de julho.

As igrejas do país se juntam a uma série de grupos que aceitam o desafio de eliminar o uso de produtos descartáveis de suas atividades comunitárias durante todo o mês. Muitas outras organizações e grupos estão se juntando, incluindo escolas infantis, bibliotecas públicas, templos e clubes de mergulho.

A ativista ecologista Cynthia Greensill, que liderou a transição para o uso de sacos de tecido reutilizáveis em um projeto de venda de frutas e vegetais de baixo custo em North Duned, onde mora, afirmou que a eliminação do uso do plástico é uma das formas de o grupo melhorar sua sustentabilidade.

“Queremos reduzir a quantidade de plástico que está sendo usada, então estamos coletando sacolas de algodão reutilizáveis que os clientes podem trazer e usar a cada semana”, disse ela. “Quando resolvemos eliminar o uso de plástico, percebemos quanto plástico acaba sendo usado na vida da nossa igreja sem que nós percebêssemos.”

Os grupos comunitários que participam da campanha passam um mês estudando como eliminar seu uso de plástico descartável, incluindo itens como talheres, filme plástico, pratos e canudos descartáveis de plástico, mas também trabalhando para evitar o uso de embalagens, sacos de leite, garrafas d'água e sacos de café de plástico.

Primazes incentivam todos os bispos a participar da Lambeth Conference 2020

O Arcebispo de Canterbury, Justin Welby, expressou seu desejo de que a Lambeth Conference (“Conferência de Lambeth”) do ano que vem “reúna o maior número possível de bispos participantes de toda a Comunhão, sem esconder ou evitar nossas diferenças, mas sim trazendo essas diferenças sob Deus em oração e humildade”. O arcebispo Justin fez seus comentários em uma carta a seus colegas Primazes da Comunhão Anglicana quando foi anunciado que o evento do próximo ano já havia ultrapassado 1.000 inscritos.

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